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#SerLeitura | O deus cadela João Victor Barbosa. Publicação independente: 2018. São Paulo. 144 p. A memória que é um lugar tão dolorido para guardar aquilo que queremos na realidade viva que as mãos podem tocar espremer abraçar. Pouco menos de um ano atrás escrevi sobre O amor vagabundo quarto #livro de João Victor Barbosa um jovem #autor ainda independente. De lá para cá João publicou O deus cadela. O segundo livro que leio do autor me deixa dizer que resumir uma #história de João Victor não é tarefa simples. O deus cadela é narrado por Óskar um jovem professor de educação física que se apaixona por Simone uma mulher tão misteriosa quanto intensa. Ambos vivem uma relação avassaladora até que ela o deixa sem muitas explicações fazendo-o iniciar uma busca por respostas em que se confunde cada vez mais e nós com ele numa incursão entre onírica e sobrenatural. Nessa busca Óskar descobre entre outras coisas que Simone havia morrido muito tempo antes de se conhecerem (não é spoiler tá na sinopse). O deus cadela guarda semelhanças com O amor vagabundo que revelam traços marcantes do estilo de seu autor. Aqui persistem reflexões existencialistas especialmente voltadas para o tempo o sentido da existência e a constante insatisfação humana. Erotismo misticismo e sagrado vs. profano também compõem esse emaranhado estilístico. Essencialmente hilstiano o #texto demanda certa dedicação zomba de qualquer pessoa que o encare com o mero objetivo de entender o que quer dizer e alcança seus pontos altos na construção das cenas mais quentes na relação entre o #narrador e Simone (especialmente nas #páginas iniciais) na maior parte dos fluxos de pensamento de Óskar nas metáforas e sem dúvidas na #reviravolta final. Aliás isso sim pode ser spoiler um fim kafkaniano! O entusiasmo de escrever sobre O deus cadela contudo não diminui minha necessidade de novas (re) #leituras do livro para elaborar com mais atenção pontos em que enganchei e sobre os quais falei mais lá no #blog já que cabem aqui na legenda: serlinguagem.wordpress.com

#SerLeitura | O deus cadela João Victor Barbosa. Publicação independente: 2018. São Paulo. 144 p. A memória que é um…